Restaurante brasileiro de boa qualidade em Copenhagen, Dinamarca: O Tempo

Eu, como boa de garfo que sou, considero esta informação muito importante para aqueles que sentem falta de uma boa comida brasileira ou mesmo para aqueles que apenas querem saber onde podem encontrar um lugar para sentirem-se em casa.

Este lugar é o restaurante O Tempo. Ele fica localizado numa área bem central da cidade, a Åboulevard, pertinho do Peblinge Sø e da estação de metrô Forum. A dona, Jacira, é uma baiana que mora por aqui há mais de 30 anos mas que nunca se desconectou de suas raízes. O local é pequeno – às vezes Jacira atende sozinha – porém aconchegante, com decoração que remete aos restaurantes de cozinha regional/caseira do Brasil.

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Foto: fachada do restaurante

Por falar em comida caseira, esta é a sensação ao comer lá. Comida de mãe, sabe? Devo confessar que a culinária é baiana, ou seja, a feijoada, por exemplo, é com feijão marrom. E é uma delícia.

Destaque ainda para a moqueca de arraia – coisa rara por aqui, muitos estrangeiros não conhecem – e para o peixe frito, que faz você se sentir à beira da praia. Eles servem vinhos brasileiros mas o forte das bebidas é a caipirinha, muito elogiada. O menu você pode conferir aqui: http://www.otempo.dk/en/our-menu.html

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Em sentido horário: Feijoada, caruru/vatapá, moqueca de arraia e peixe frito.

Tudo no O Tempo é feito com amor, incluindo o serviço, que garanto ser excelente. Tanto é que eu não estou ganhando nada com esta propaganda; é porque eu sou mesmo apaixonada pelo lugar.

Este é o website: http://www.otempo.dk/

Esta é a página do Facebook, onde é possível acompanhar os eventos (como o Dia do Acarajé) e promoções: https://www.facebook.com/pages/O-Tempo/652564971480508

Velbekomme!

O calendário dinamarquês

Não lembro se comentei anteriormente sobre o calendário dinamarquês. Nada muito diferente do nosso, tirando o fato de que eles enumeram as semanas e utilizam bastante esta contagem. Por exemplo: “A reforma da rua vai da semana 25 à semana 37” ou “Vou fazer aquela viagem na semana 42”. E todo mundo sabe bem qual data isso significa.

Outra curiosidade é que a semana começa na segunda-feira e não no domingo, como no Brasil.

Uma terceira curiosidade é que, além de informações sobre feriados, os calendários geralmente trazem as datas dos aniversários da família real.

Quarta e última curiosidade é o uso do “Calendário de Natal”- que não é um costume puramente dinamarquês. Consiste em 24 presentinhos embalados para serem abertos em cada dia do mês de dezembro até o Natal (ou 4 presentes para serem abertos em cada domingo do Advento). Uma invenção puramente comercial porém quase obrigatória em se tratando de crianças, por exemplo. Todas querem ter seu “julekalender.

Um site que disponibiliza o calendário de 2014: http://www.tlib.dk/kalender/

Brasilidansk, Copenhagen e mobilidade urbana na TV Globo, programa Auto Esporte

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Através do blog, tive a oportunidade de estar mais uma vez na televisão para falar um pouco sobre Copenhagen. Dessa vez foi com meu esposo, numa matéria que o programa da Globo Auto Esporte fez aqui na Dinamarca sobre mobilidade (compartilhamento de carros e taxi elétrico).

Aqui o link para o resultado desta participação:

http://g1.globo.com/carros/autoesporte/videos/t/todos-os-videos/v/copenhague-da-exemplo-de-transporte-urbano/3722139/

Abraços a todos!

Teste seu preconceito: Campanha da prefeitura de Copenhagen

Legal a campanha da prefeitura de Copenhagen contra o preconceito. Este é o link (em dinamarquês):

http://www.stempletkbh.dk/

Consiste em analisar uma foto e identificar quem é gay, que é membro de uma gangue, quantos dinamarqueses há na foto, dentre outros. Cada resposta final guarda uma importante mensagem.

Destaque para:
“Estudos mostram que o preconceito ocorre principalmente quando vivemos separados e não conversamos entre si. Então continue conversando com as pessoas, mesmo aquelas que são diferentes de você.”
“Acesse kk.dk/stemplet e veja como CPH está trabalhando contra a discriminação, para que juntos podemos criar uma CPH com espaço para todos. Na página você também vai encontrar ofertas de emprego, instituições, clubes, educação e afins com atividades gratuitas com foco no preconceito.”

Não é tudo, mas já é um tanto. Curti.

Folclore dinamarquês: matando um marinheiro

Em um restaurante com velas acesas sobre todas as mesas, nos pergunta uma mulher se por acaso tínhamos isqueiro. Dissemos que não e sugerimos que ela acendesse o cigarro com a chama de alguma vela, já que haviam tantas. Ela então conta que os dinamarqueses acreditam que cada vez que alguém acende o cigarro assim, um marinheiro morre. Então acende o cigarro com pressa pedindo para que nenhum local a veja. Cada um com seu folclore…

Roskilde Festival – dicas de sobrevivência

O Roskilde Festival é um festival de música que acontece todo ano na cidade de Roskilde, aqui na Dinamarca. Este ano ele está especialmente maravilhoso, contando com atrações magníficas, como Rolling Stones e Stevie Wonder.

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Foto por Thorbjørn

Como ainda não estou trabalhando, é com muita dor que perderei a oportunidade de participar esse ano. Mas, como já estive lá duas vezes, uma amiga pediu algumas dicas e sugeriu que eu escrevesse este post, pois as dicas podem ser de alguma valia a todos.

Bom, estive no Roskilde por duas vezes, uma em 2010 – em que trabalhei como Orange Vest (uma espécie de fiscal dos acampamentos) – e em 2011, como público normal.

Em 2010, fiquei no campo P, que não fica perto da agonia da entrada dos palcos, mas ainda assim tem muita agitação. Da segunda vez, escolhi o campo F, porque é denominado “limpo e silencioso”. A agitação é menor, portanto, dá para descansar tranquilamente.

Para quem gosta de aproveitar a festa desde o início – e também pegar um bom lugar para acampar – o ideal é chegar no dia da abertura do festival. Vale lembrar que os shows começam 4 dias depois, mas no Roskilde é festa todo dia, então certamente os primeiros 4 dias não serão nada monótonos.

Barracas e pavilhões

O kit básico do acampamento no festival constitui-se de uma barraca (sugiro sempre um tamanho maior, por exemplo: se apenas uma pessoa vai dormir, melhor levar uma barraca para 2 pessoas, pois fica mais confortável), saco de dormir ou colchão inflável, colcha ou lençóis resistentes e agasalhos para a noite (que pode chegar a 10 graus. Mas nada muito complicado, porque quando o sol começa a esquentar, o desespero para se desagasalhar é imenso), travesseiros, uma lanterninha para iluminar a barraca durante a noite, um galão de água. Para quem vai de grupo, é legal levar um “pavilhão” (o toldo branco) e acampar dentro/ao redor dele, o que propicia uma área “privativa” de lazer para o grupo. Como extra, é possível levar um “boom boom box”, que é um sistema de som à bateria construído dentro de uma caixa de madeira, que serve para animar seu acampamento. Outra coisa é alguma bandeira, mastro ou algo que possa diferenciar seu acampamento dos outros para que seja possível de encontrá-lo à noite (também é legal ornamentar o acampamento para fazer uma graça).

Acampamento

Eu aconselho o uso de botas de chuva ao inves de tênis porque 1) dificilmente um tênis sairá ileso do Roskilde; 2) seus pés ficam imunes à lama e sujeira; 3) as botas são impermeáveis e te protegerão caso chova. Sugiro também levar roupa de banho, porque os lagos são convidativos.

Lagos

Outra sugestão valiosa é levar lenço umedecido, especialmente em caso de mulher. Na minha época, o banho quente era pago (35kr) e as filas eram grandes, portanto, é bom se previnir. O lenço umedecido garante pelo menos uma limpeza básica.

Apesar do festival contar com um posto médico para qualquer emergência, acho necessário levar o kit farmácia básico, com band-aid, painkillers e algum remédio/pomada para micose/alergia. E muito, muito importante: não esquecer do protetor solar, porque
quando o dia está ensolarado, o Roskilde vira o deserto do Saara. Vale a pena garantir até um pós-sol, para dias de exagero.

Os banheiros no Roskilde são públicos. O papel higiênico fica do lado de fora. É só tirar o pedaço desejado e entrar na casinha. Na frente deles, há uma extensa pia para lavar as mãos e escovar os dentes.

Banheiros

Cada campo do festival conta com uma central de carregamento de baterias de celular/câmera etc. Você pode pagar e ter seu equipamento carregado. Vale lembrar que a tomada é padrão dinamarquês.

No festival, é impossível passar fome. Existem muitos restaurantes, lanchonetes e até um mini mercado para comprar alguns itens básicos de sobrevivência. O Roskilde também conta com duas “ruas comerciais”, com camelôs e lojinhas para comprar bugigangas.

Mercadinho do Roskilde

A área dos shows é um lugar amplo com muitas opções de alimentação, dentre outras coisas. O público dos shows é organizado em “pits” e público normal. Esses “pits” são as áreas mais próximas da banda. As pessoas se organizam em filas para os “pits” dos
shows desejados e a cada término de show, os “pits” são esvaziados e enchidos com o público do show seguinte. Geralmente o staff do festival oferece copos com água para que as pessoas não desidratem. Nessa foto abaixo dá para ver claramente a divisão do “pit”:

Pit Palco

Vale lembrar que é proibido entrar com bebidas na área dos shows (apenas comprar lá dentro). É proibido também subir no ombro para assistir aos shows. Quase não acontece confusão durante as apresentações. O público costuma ser pacífico e educado. Geralmente é possível ver a banda bem de pertinho.

Antes que eu me esqueça, antes de irem embora, os restos mortais de cadeiras, barracas e pavilhões devem ser levados para uma área de reciclagem desses materiais que fica lá no Roskilde mesmo (perto da saída, se não me engano).

Bom, isso é tudo que lembro agora. Mas, para complementar o que eu disse, sugiro acessar a página do Roskilde ou baixar o app do festival, que é muito útil para informações desde bandas até filas dos banheiros.

Aproveitem bastante, pois o Roskilde traz uma emoção única (principalmente quando começa a tocar essa musiquinha antes dos shows). Bom Roskilde a todos!

 

 

Aprender dinamarquês – o fim (ou seria o começo?) da saga

Bom, como falei em post anterior, estou terminando agora o meu curso de dinamarquês, após exatos 1 ano e 5 meses de aulas intensivas 4 dias por semana (por volta de 3h30 cada) + aulas de pronúncia 1x na semana (45min cada) + ocasionais aulas de escrita 1x semana (3h cada). O programa é composto de 5 módulos + 1 extra para quem quer cursar universidade em dinamarquês (para fazer o módulo extra na minha escola, é preciso passar com pelo menos 10 na última prova do módulo 5).

Apesar de tudo isso, me sinto extremamente deprimida em afirmar a vocês que não me sinto segura em falar dinamarquês, não tenho toda a fluência esperada, mesmo tendo me dedicado completamente ao aprendizado da língua. Nunca tirei nenhum 10 em testes (vale lembrar que as notas na dinamarca são 0, 2, 4, 7, 10, 12), mesmo “só tendo feito isso da vida”, como os pais costumam dizer.

Ok, vamos contextualizar: eu não falo dinamarquês em nenhum outro lugar que não seja em sala de aula e casualmente no comércio. Em casa só falamos português. Quando encontro nossos amigos dinamarqueses, sempre falamos em inglês, porque nunca estamos sozinhos e sempre tem alguém que não fala o idioma. A única língua que sei além do português é inglês, e mesmo assim meu inglês não é perfeito.

O que eu quero dizer com este post é que dedicar-se ao aprendizado da língua não é apenas dedicar seu tempo a ir para a escola e fazer as tarefas de casa. É necessário um envolvimento muito maior (aliado a uma eventual facilidade em aprender idiomas. hehe).

Ultimamente, o governo está modificando o programa de ensino do dinamarquês para estrangeiros e pode ser que a carga horária oferecida diminua. Portanto, imergir-se à língua e cultura, como por exemplo trabalhar, ainda que voluntariamente, é muito importante, apesar de ser algo muito difícil quando se está em um curso intensivo, porque é exigido bastante de você.

No frivilligjob.dk e no cphvolunteers.dk é possível encontrar vagas e oportunidades diversas de trabalho voluntário que podem combinar com você. Outra sugestão é ter um mentor em cultura, que é uma pessoa que pode sair para conversar com você, com quem você pode praticar dinamarquês e aprender coisas interessantes sobre o país (alguns programas também oferecem um mentor na sua área de trabalho, que pode te ajudar a conseguir um emprego). Os programas são CPH Host Program, Kvinfo e Frivillignet.

Mais uma dica: Atender aos meetups de conversação em dinamarquês:
The Copenhagen Danish Language Speaking Meetup group: Para gente que está aprendendo dinamarquês e quer encontrar gente que também queira conversar em dinamarquês. Já frequentei, gosto da proposta e acho que pode ajudar. Claro que tem de tudo, incluindo gente que está “na caça” e gente que quer ficar falando inglês; é só saber filtrar com quem conversar.

The Friends project: A ideia é apresentar mulheres estrangeiras a mulheres dinamarquesas. Fui apenas a um encontro, então não posso falar muito a respeito.

Meeting the Danes: Socialising, networking and dating events: Como sugere o título, é para estrangeiros socializarem com dinamarqueses. Nunca fui a nenhum encontro, então também não sei quão válido é.

Dansk Café: Um café no ‘bairro’ de Gentofte promove um encontro semanal para aqueles que querem treinar o dinamarquês. Nunca fui, me passaram esta sugestão.

Se você casou com dinamarquês(a), tenta praticar em casa, conversar com os familiares. Eu sei que eles nem sempre tem paciência (assim como provavelmente não teríamos se fosse o contrário), mas tentem ao máximo estar em contato com a língua. Outra dica que ajuda algumas pessoas é ouvir TV, rádio e ver filmes, nem que seja para se acostumar com a pronúncia (tipo osmose). Pode ajudar na compreensão. Além disso, ler – ainda que uma pequena coluna de jornal – todos os dias aumenta muito o vocabulário e ajuda na lembrança visual de como se escreve aquela palavra e como se estrutura essa ou aquela expressão.

Em suma, eu considero que o aprendizado da língua é efetivo quando se misturam ler (e escrever) e falar. Sem ler, você não ganha nada novo e sem falar você é só uma pessoa cheia de conteúdo internalizado mas que não sabe organizá-lo de maneira efetiva na sua comunicação. Ferramentas para ajudar no aprendizado não faltam. Portanto, mãos à obra!

Para aqueles que vão passar apenas uma temporada no país, sugiro não estressar com isso, uma vez que praticamente todo mundo fala inglês. Porém, um curso básico para não ficar perdido é importante, especialmente se surgir um filho no meio do percurso.

Bom, como sugeri no título, por outro lado a minha saga está apenas começando. A luta continua.

 

Programas de carreira / primeiro emprego na Dinamarca (career program, host program)

Gente, quem acompanha o blog desde sempre talvez se lembre do meu fascínio diante da recepção feita pela prefeitura de Copenhagen aos novos moradores da cidade.

Estou terminando o meu curso de dinamarquês e começando pra valer a caça ao emprego. Eu já havia ouvido bastante sobre os diversos programas existentes para ajudar os expatriados, mas nada se compara a você ir pessoalmente e ouvir com seus próprios ouvidos.

Sendo eu classificada como uma “esposa acompanhante”, resolvi me inscrever no programa de carreira da prefeitura, o Copenhagen Career Program, que contempla esposas e estudantes. Para tal, é necessário que você assista a palestra de abertura. E foi nessa palestra que tive a mesma sensação de êxtase daquele dia em que fui à recepção da prefeitura.

Existem pessoas que se sentem realmente ajudadas, enquanto que outras não. Mas é tão bom o sentimento de ser abraçado de alguma maneira!

Bom, na pequena palestra, eles apresentam todos os programas e cursos de ajuda a achar emprego que são oferecidos (como, por exemplo, palestras que auxiliam a escrever o currículo perfeito), incluindo um programa de incentivo ao empreendedor. Eles explicam como funciona o sistema de ensino do dinamarquês para estrangeiros, apresentam alguns sindicatos e fundos de desemprego e ainda oferecem um host, que é uma pessoa da sua área profissional que pode te ajudar na caça ao emprego.

Mas os incentivos que eu mais achei incríveis foram o “praktik”, que é um contrato de estágio não-remunerado que eles oferecem para as empresas que você escolher para aplicar, e o “løntilskud”, ou salário subsidiado, em que a empresa te paga meio salário e o governo o restante, fazendo de você um candidato mais atrativo, facilitando assim que você consiga o primeiro emprego.

Nada é garantia de emprego na certa, porém, só de existirem essas facilidades, já ajuda muito a melhorar as expectativas.

Seguem os links para os programas:
Copenhagen Career Program

Copenhagen Host Program

Outros sites de cursos / sites relacionados com a proposta (você ouvirá falar deles na palestra do programa):
Expat in Denmark

Work in Danmark

First Job

Nem CV

CPH volunteers

 

E vamos lá continuar essa caça!

Passeio de barco de graça aos domingos de 25-05 a 13-06

A prefeitura de Copenhagen divulgou que, de de 25-05 a 13-06, haverão passeios gratuitos de barco pelos canais. Esta é uma campanha por conta do fato de a cidade ter sido escolhida como a “capital verde” da Europa. Ou, como eles disseram, em agradecimento a todos os “copenhaguenses”.

 

Para garantir o lugar, é necessário inscrever-se no dia desejado. Esse é o link: http://sharingcopenhagen.dk/dansk/ture-og-besoeg/byensbaadture/

 

 

Dia das sirenes

Já escrevi anteriormente sobre o dia 05 de maio, mas nunca havia comentado sobre o dia em que, a depender de onde estiver, você pode ficar doido de tanto ouvir barulho de sirenes.

Em toda primeira quarta-feira do mês de maio ocorre o teste das sirenes que avisam sobre o início de uma possível guerra. Assim, é possível reconhecer o sinal sonoro e lembrar-se dele – diferenciando-o de um alarme falso. Sendo assim, todos podem refugiar-se em casa e manter-se atentos às notícias, em caso de perigo aparente.

O primeiro sinal acontece às 12 horas, o que significa “vá para dentro”.

Em seguida, às 12:04, sinalizando a mesma mensagem.

Finalmente, a sirene toca às 12:08 para nos dizer que “o perigo já passou”.

Os dois primeiros sinais são como um tom que “sobe rapidamente” e “desce lentamente”. Ele soa quatro vezes, com duração de 45 segundos.

O último sinal é um longo tom com duração total de 45 segundos (surdos e com dificuldade de audição serão avisados via SMS).

Portanto, não se assustem se estiverem no país nesta data e começarem a escutar o barulho. Ao menos vocês estarão preparados:)

 

Fonte (em dinamarquês): http://www.mx.dk/nyheder/danmark/story/21751408